Poeta Jessé Ojuara
*Nunca se nega a ninguém, café, água e Poesia.
Capa Meu Diário Textos Áudios E-books Fotos Perfil Livros à Venda Prêmios Livro de Visitas Contato Links
Textos

Queda do Bolsoquistão

Ó nosso Pneu Amado

Livrai nosso Capetão

Que está pra ser enxaulado

Pelo terrível Xandão

Nosso Minto é inocente

Peço anistia e perdão.

 

Ele não matou ninguém

Culpa foi da pandemia

Ele não roubou as jóias

Ele apenas não sabia

Ele pensou que era um mimo

Por dar a refinaria.

 

Ó Pneu peço clemência

Mas se Já ir pra cadeia

Precisa de companhia

Leve também Malacheia

E todos demais golpistas

Que forjaram essa teia.

 

Lembre também da Micheque

O seu "verdadeiro" amor

Porém deixe fora dessa

Aquele maquiador

Que tira onda de fruta

Mas né fruta não senhor.

 

Eu também quero pedir

Meu Pneuzinho Sagrado

Peço que faça um milagre

Não quero mais ser um gado

Eu sofri lobotomia

Eu careço ser curado.

 

Afastei-me dos amigos

Com a família briguei

Estou bem triste infeliz

Eu hoje entendo que errei

A fantasia foi tanta

Pra pneu rezo e rezei.

 

Nesse instante fez-se a luz

A boa luz da razão

A ciência retornou

Caiu o Bolsoquistão

Se é de Santo diga axé

Ou amém se for Cristão.

 

Salvador, 30/11/24,

Jessé Ojuara
Enviado por Jessé Ojuara em 30/11/2024
Copyright © 2024. Todos os direitos reservados.
Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem a devida permissão do autor.